Ressecção transuretral da próstata (RTU)
Realizada por via endoscópica, com tecnologia monopolar ou bipolar.
Cuidado do trato urinário
Avaliação individualizada
Atendo condições que exigem desde acompanhamento clínico até tratamento cirúrgico. Entre elas estão o aumento benigno da próstata, os cálculos renais e urinários, a fimose, a hidrocele, as infecções urinárias, a presença de sangue na urina, as dificuldades para urinar, as alterações da bexiga e outras condições do trato urinário e dos órgãos genitais masculinos.
Cada queixa pede uma investigação própria. Procuro compreender a causa dos sintomas antes de discutir acompanhamento, medicamentos ou cirurgia.
O consultório
As consultas acontecem no Itaim, em São Paulo, em um espaço reservado para conversar com calma, examinar e discutir cada etapa da investigação e do tratamento.
Consultório 153
Rua Bandeira Paulista, 726, cj. 153Próstata
A hiperplasia prostática benigna, ou HPB, pode causar jato fraco, demora para começar a urinar, sensação de que a bexiga não esvaziou e idas frequentes ao banheiro, inclusive durante a noite.
A avaliação considera os sintomas, os exames, o tamanho e a anatomia da próstata. Quando um procedimento é necessário, as possibilidades incluem:
Realizada por via endoscópica, com tecnologia monopolar ou bipolar.
Retirada da parte da próstata que causa a obstrução. Pode ser feita com laser de hólmio (HoLEP), laser de túlio (ThuLEP) ou energia bipolar.
Inclui técnicas com laser GreenLight e vaporização bipolar.
Rezum, UroLift e iTIND, considerados para perfis específicos de pacientes.
Pode ser realizada por via aberta, laparoscópica ou robótica, especialmente em próstatas muito volumosas.
Opção para situações selecionadas, avaliada em conjunto com um radiologista intervencionista.
Algumas técnicas combinam etapas, como a enucleação seguida de morcelação ou ressecção do tecido retirado. Na escolha do tratamento, considero o grau de obstrução, o tamanho da próstata, as condições de saúde do paciente e aspectos que importam para ele, como recuperação, ejaculação e possibilidade de precisar de outro procedimento no futuro.
Tratamento de cálculos
A endourologia permite tratar muitos cálculos com instrumentos introduzidos pelas vias urinárias. Quando a pedra está no rim ou no ureter, a escolha da técnica depende de sua localização, tamanho, características e da anatomia do paciente. As principais possibilidades são:
Tratamento endoscópico de cálculos no ureter.
Uso de um ureteroscópio flexível para alcançar cálculos dentro do rim.
Acesso ao rim por uma pequena abertura nas costas, incluindo técnicas miniaturizadas.
Associação das vias retrógrada e percutânea em casos selecionados.
Fragmentação de cálculos por ondas de choque, sem introduzir instrumentos no trato urinário.
Nas cirurgias endoscópicas, a fragmentação pode ser feita com laser de hólmio ou laser de fibra de túlio. Em algumas situações, bainhas com aspiração auxiliam na retirada dos fragmentos e no controle do fluxo de líquido durante o procedimento. Esses recursos são escolhidos de acordo com o caso e com a estrutura disponível para a cirurgia.
Tratar a pedra é uma parte do cuidado. Depois, avalio o risco de formação de novos cálculos e a necessidade de acompanhamento.
Cuidado urológico
Também avalio e trato condições como fimose e hidrocele, além das demais queixas urológicas apresentadas na consulta. Quando há indicação de cirurgia, explico o objetivo do procedimento, as alternativas e o que esperar da recuperação.